Uma história que ajuda a explicar as origens da Visualy na comunicação industrial.
Uma história que ajuda a explicar as origens da Visualy na comunicação industrial.
Antes mesmo de a Visualy existir, uma conversa ajudou a despertar uma percepção que se tornaria importante na trajetória da agência.
Henrique Bertoncello ainda trabalhava no balcão de um serviço de cópias quando conheceu Renato Penati, sócio do Grupo EB.
Na época, Renato levava fotografias de bombas industriais para produzir materiais que mostravam os equipamentos antes e depois dos serviços realizados. Henrique, que já pretendia estudar publicidade, perguntou por que a empresa não recorria a uma agência para desenvolver aquele tipo de comunicação.
A resposta trouxe uma questão que ficaria marcada: para uma empresa industrial, encontrar quem entendesse suas necessidades técnicas e conseguisse transformar aquilo em materiais de comunicação de forma prática não era tão simples.
Ali surgiu uma percepção que acompanharia a própria formação da Visualy.
Empresas industriais também precisavam de comunicação. Mas precisavam ser compreendidas antes de serem comunicadas.
Aquela conversa mostrou que existia um universo empresarial com produtos complexos, informações técnicas, públicos especializados e necessidades de comunicação muito próprias.
Uma fotografia de uma bomba industrial, um catálogo técnico ou uma apresentação comercial não eram apenas trabalhos gráficos. Para funcionar, exigiam compreensão sobre o produto, sua aplicação e aquilo que realmente importava para quem comprava, especificava ou utilizava aquele equipamento.
Esse interesse pelo ambiente industrial acabaria se tornando parte importante do repertório construído pela Visualy. Hoje, compreender negócios B2B e transformar conhecimento técnico em comunicação aplicada é um dos pilares da atuação da agência.
Ao longo dessa trajetória, a Visualy participou de diferentes projetos para empresas do Grupo EB.
Foram desenvolvidos catálogos técnicos, materiais institucionais e comerciais, comunicação para feiras, projetos digitais, identidades visuais e outras ferramentas necessárias para apresentar empresas, produtos e soluções ao mercado.
A atuação também acompanhou novas frentes do grupo. Para a Caliper, por exemplo, a Visualy participou do desenvolvimento da marca e de ações digitais. Para a EB Sopro e Vácuo, desenvolveu o website institucional e atualmente atua também em campanhas de tráfego pago voltadas à geração de oportunidades comerciais. O site apresenta um portfólio que inclui sopradores industriais, manutenção, sobressalentes e serviços técnicos para diferentes segmentos industriais. A estrutura de campanhas desenvolvida pela Visualy contempla produtos como sopradores Roots, turbo e canal lateral, além de manutenção.
Na EB Bombas, diferentes materiais ajudaram a apresentar uma operação que reúne fabricação de bombas e sobressalentes, manutenção de equipamentos rotativos, engenharia e projetos especiais para diversos setores industriais.
Não existe, nesse caso, uma única peça que resuma todo o trabalho.
A própria diversidade dos projetos conta melhor essa história.
A maneira como uma indústria se apresenta mudou profundamente.
As fotografias impressas que ajudavam a demonstrar um serviço passaram a conviver com websites, catálogos digitais, vídeos, campanhas de busca, materiais para feiras e diferentes pontos de contato entre empresas e seus mercados.
As necessidades também mudaram.
Mas algo permaneceu muito parecido com aquilo percebido naquela primeira conversa: para comunicar uma indústria, primeiro é preciso entender o que existe por trás de seus produtos.
É essa compreensão que permite decidir se determinado momento pede um catálogo técnico, um website, uma nova identidade, uma campanha comercial ou simplesmente uma maneira mais clara de apresentar uma solução.
O Grupo EB ocupa um lugar particular neste Portfólio porque sua história se cruza com uma parte da própria origem da Visualy.
Muito antes de existir uma agência, havia a percepção de que empresas industriais possuíam desafios de comunicação que mereciam uma atenção mais próxima, técnica e prática.
Depois, vieram os projetos, as empresas que surgiram dentro do grupo, novos produtos, novas ferramentas e novas formas de chegar ao mercado.
A Visualy teve a oportunidade de participar de muitos desses momentos e continua sendo parceira do grupo em diferentes projetos de comunicação.
Por isso, este não é apenas um case sobre bombas, sopradores, catálogos, sites ou campanhas.
É uma história que ajuda a explicar como a indústria passou a fazer parte da própria história da Visualy.